O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) afirmou nesta segunda-feira que não retira uma palavra das acusações de corrupção que fez contra o próprio partido na entrevista que deu à revista "Veja". No entanto, o pernambucano disse que não quer avançar e citar casos concretos de corrupção envolvendo o PMDB.
"Dei um pontapé inicial, abri um debate que sei que é polêmico, mas espero que haja uma pressão de fora, da sociedade, para dentro para mudar essa prática fisiológica", afirmou Jarbas, acrescentando que não vai sair do partido nem acredita que será expulso.sexta-feira, 25 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Corrupção dentro do partido do PMDB
Jarbas Vasconcelos declara que “parte do PMDB quer mesmo é corrupção” não foi gratuita, nem foi apenas “um desabafo”, como diz a nota que a direção peemedebista distribuiu hoje. Aliás, essa nota foi um balde de água fria nas pretensões de Jarbas Vasconcelos. Como pré-candidato a Vice na chapa de Serra, ele sentiu suas chances irem por água abaixo com essas eleições do Senado e da Câmara. A sua candidatura foi colocada em xeque (epa!) e o ideal para ele agora seria sofrer perseguição da direção do partido, conseguir com isso mudar de sigla e transformar-se na vítima-herói ideal para a chapa tucana. Os caciques peemedebistas perceberam a manobra e preferiram fazer de conta que nada tinha acontecido. A eles também não interessa vestir a carapuça de adesão total a Lula porque perderiam valor político. Jarbas Vasconcelos vai ter que dar um jeito de conviver em paz com aqueles que chama de corruptos. O que não deverá ser tão difícil, porque afinal eles todos vivem felizes há muitos ano
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